domingo, 20 de janeiro de 2019

O maior servidor




O maior servidor

Ao estudarmos os ensinamentos de Jesus encontramos diversas parábolas que Ele nos deixou. As parábolas utilizam elementos, fatos e eventos da vida cotidiana para melhor ilustrar e passar uma mensagem, a verdade moral ou espiritual. E Jesus utilizou-se bastante deste recurso para melhor ensinar e facilitar a compreensão.
Numa reunião na casa de Simão Pedro, Filipe perguntou a Jesus quem era o maior dos servidores do Pai entre os homens na terra. Resumindo e explicando este ensinamento, que se encontra na íntegra no livro Jesus no Lar, de Chico Xavier, pelo espírito de Neio Lúcio, Jesus pensou e pontuou trazendo o exemplo de uma determinada comunidade, que na época havia chegado um guerreiro, que ensinou táticas de guerra, exercícios laboriosos e sem proveito real para a necessidade daquele povo. Tempos depois, chegou à figura do político. Que trouxe consigo uma pesada bagagem de códigos e leis. Dividiu o povo em partidos, pobres contra ricos, servos contra os mordomos e assim, incitava a desarmonia entre as classes deixando até hoje escuros espinheiros de ódio, desengano e discórdia. Mais adiante, chegou o filósofo, com grandes e antigos livros debaixo de seus braços dividindo o povo de acordo com suas crenças. Levou o homem a pensar, porém os levou a inúteis indagações, como questionamento de sua própria existência. Chegou ainda, outra personalidade. Era o sacerdote, que viera munido de roupagens e símbolos, criou regras para a adoração e o diálogo com o Pai. Ensinou os homens a dobragem seus joelhos e orar nas horas certas. E, o último personagem do exemplo, foi o homem simples! Este havia chegado àquela comunidade sem trazer nada em suas mãos. Nem armas, nem escrituras, nem discussões e nem imagens. Trazia consigo um sorriso sincero, um coração cheio de boa vontade e mãos operosas. Ensinou a todos que quiseram lhe ouvir, trabalhou a madeira, plantou árvores frutíferas, construiu casas e até uma modesta escola. Ao seu redor viçavam a saúde, a paz, a fraternidade e as bênçãos que o serviço trazia.
Vamos fazer agora uma analogia deste ensinamento de Cristo conosco. Considerei alguns pontos mais importantes para refletirmos.
- Será que atualmente ainda há resquícios da personalidade e comportamento das quatro figuras anteriores que chegaram a aquela comunidade, em nós hoje?
- Andamos demasiadamente na defensiva e articulando nossos pensamentos, gastando nossa energia para atacar nossos algozes?
- Agimos dentro de nosso grupo, considerando todos os outros como inferiores? E considerando o contexto político, ainda vemos espinheiros de ódio e discórdia daquela época nos dias atuais?
- O que andamos cultivando em nossos pensamentos? Cuidamos em selecionar adequadamente o conteúdo que lemos ou assistimos? Preocupamo-nos em alimentar nosso cérebro com coisas edificantes, que elevem nosso padrão vibratório e que nos melhore como seres humanos?
- Você acredita que tem forma correta e horário certo para conversar ou orar a Deus? Sua postura e oração são feitas no intimo de seu coração, entre você e Pai? Ou adota um perfil de homem sábio da moral cristã, mas fora de seu templo seus atos e pensamentos são opostos ao que pregas?
- O que temos em comum com aquele homem simples? Será que agimos desinteressadamente no bem como ele? Quem somos nós para o nosso próximo e o que fazemos de útil e bom por ele? Conseguimos ser focos de luz onde que estejamos? Podemos afirmar que somos agentes da paz, do amor, da harmonia, da concórdia?
Agora a principal pergunta! Baseando-se nesse ensinamento, será que nós somos os verdadeiros servidores do Cristo?
Este ensinamento aborda lindamente sobre o valor do servir.
No livro Jesus no Lar, Chico Xavier, pelo Espírito Neio Lúcio, nos dá a resposta para a pergunta que Filipe fez a Cristo: “... – Em verdade, há muitos trabalhadores no mundo que merecem a bênção do Céu pelo bem que proporcionam ao corpo e à mente das criaturas, mas aquele que educa o Espírito esterno, ensinando e servindo, paira acima de todos”.
Então, servir é ajudar ao próximo atendendo as suas legítimas necessidades. Pergunto-lhes: Quem é nosso próximo? Lembremo-nos da lei do amor, faça ao próximo o que gostaria que o próximo lhe fizesse. 
EMPATIA! Ah, que bela palavra! É a aptidão de se colocar no lugar do outra pessoa na tentativa de entendê-la. E quando procuro entender meu próximo, reconheço nele as suas legítimas necessidades, suas dores e aflições. Cristo se utilizou de todo seu amor, de sua empatia para servir a todos. Por isso, Ele é o genuíno trabalhador! E como Ele é o modelo e guia da humanidade, tem-se que o Cristão (aquele que crer no Cristo) deve ser um servidor!
Concluímos que se desejarmos a paz de Cristo devemos seguir seu exemplo! Adotando o papel de servidor, tornando-nos agentes do progresso.  Procurando sempre aprimorar nossos talentos pelo estudo, reforma íntima e o trabalhando na seara do Senhor. Fazendo como o homem simples deste ensinamento, que a todos que lhe quisessem ouvir, ministrava-lhe o ensinamento fraterno, utilizando seu amor, suas mãos operosas trabalhando no bem, servindo seu próximo, sem nada pedir e sem esperar recompensas.

Fonte: XAVIER, Chico, pelo Espírito Neio Lúcio – Livro Jesus no Lar. Capitulo 7; página 31.

Luana Cardoso.




Há um tempo certo para tudo!



Nosso imediatismo não nos deixa entender que para tudo existe um tempo certo para que as coisas aconteçam. O tempo natural necessário para que as coisas fluam de acordo com sua própria natureza e vontade. Tempo necessário dentro do planejamento que Deus tem para todos seus filhos. E isto vai além da nossa limitada compreensão.
Há um tempo para cada uma das estações do ano... Para os ciclos da lua e das marés...
O tempo em que a noite se finda ao surgir os primeiros raios de sol...
Tempo para preparar a terra, semear, adubar e molhar até que cresçam e dê frutos...
Só provará do saboroso fruto quem cuidar e tiver paciência de esperar o tempo natural para o fruto maturar!
Tempo para se aprender amar... Tempo para conceber o novo ser e gestar, aguardando o bebê até o dia dele chegar!
Há tempo para nascer e para morrer... Tempo de sangrar e curar! Nem mesmo a dor vai para sempre durar.  O tempo nem sempre cura, mas é um santo remédio... Com ele se aprende ou se esquece, se cura ou se fortalece!
Então, entreguemos ao tempo tudo o que não depende de nós para se concretizar. Controle a ansiedade, o medo e a ilusão de que pode controlar os acontecimentos e as pessoas. Livre-se das expectativas, elas podem nos frustrar! Tire o peso dos ombros e desapegue-se de tudo que limita. Confie que existe algo maior que tudo e todos, por que há! Confie no tempo e no infinito amor de Deus! Pois, é Ele quem orquestra a maravilhosa sinfonia do tempo e põe tudo no devido lugar! Ore, trabalhe, confie e espere (do verbo esperançar), pois no devido tempo, tudo se resolverá!

Luana Cardoso.


21 de Janeiro - Dia Nacional do Combate a Intolerância Religiosa



Hoje é um dia importante, onde nos mobilizamos na tentativa de quebrar mais um tipo de intolerância e preconceito: a religiosa. Aproveitamos essas datas para fomentar ainda mais a importância do respeito. Que se traduz na aceitação do outro como ele é. Afinal, como seres humanos, somos todos livres e temos nossos direitos garantidos pela Constituição Federal. E é inadmissível que atos hediondos de descriminação e intolerância, qualquer que sejam eles, que ainda aconteçam.
Curioso que essa conduta discriminatória ocorra na maioria das vezes entre pessoas que frequentam alguma religião, que deveriam ter aprendido o respeito. E, sobretudo, o amor a Deus e ao próximo. Jesus, o maior líder, nos trouxe o Evangelho do amor, deixando ensinamentos valiosos de fé, amor, perdão e vários outros para nos ensinar.
Sei, que independente do caminho escolhido, todos levam ao Pai. Caminhos mais ou menos longos, mais ou menos fáceis. Caminhos que cada um com seu livre arbítrio pode escolher. Nem o próprio Mestre com sua perfeição nos julgou, nem nos atirou pedras. E quem somos nós, imperfeitos e falhos que somos para fazê-lo?
Então, respeitemos as escolhas de nossos irmãos. Você não precisa concordar, basta respeitar. O respeito é bom e cabe em qualquer lugar. Mais amor, mais fé, mais compreensão! Mais verdadeiramente Jesus em nossos corações e em nossas ações!
Nosso irmão maior, o Cristo está em nós e não precisamos necessariamente estar num templo. Em qualquer lugar que estejamos que com sinceridade rogarmos ao Pai, Ele nos ouvirá, não importa aonde estejamos. O Pai quer nosso coração e não a nossa religião. 

“Pois onde dois ou três estiverem reunidos em meu nome, ali estou no meio deles” (Mt 18,20)


Autor
Luana Cardoso.


Poema e poesia – Qual a diferença?



Olá, galera! Todos bem?
Bom, vamos iniciar o blog falando sobre poemas e poesias. Você acha que é tudo a mesma coisa? Ou tem diferença? 
Bom, se você respondeu que tem diferença, acertou!
Muita gente entende poesia e poema como a mesma coisa, eles não são sinônimos, mesmo estando interligados.
De acordo com o dicionário Aurélio, poesia é a “Arte de criar imagens, de sugerir emoções por meio de uma linguagem em que se combinam sons, ritmos e significados”, enquanto poema é “Obra em verso ou não em que há poesia”.

Poesia

Do grego poiesis, poesia, no sentido etimológico, significa “produção artística” ou ainda “criar” e “fazer”. Essa, portanto, está presente não apenas em poemas, mas também em objetos, paisagens e outras formas de expressão.
Dentre os recursos usados para causar efeitos e sensações em quem está lendo, estão os recursos sonoros, como por exemplo o ritmo, a rima, a aliteração, entre outros, e o uso da linguagem para sugerir imagens, como as metáforas e as personificações, por exemplo.

Poema

Os poemas são também poesias, mas usam a palavra como matéria prima. Trata-se de obras em verso, composições poéticas, ou ainda refere-se à arte de retratar no papel a poesia.
Estruturados em versos e estrofes, os poemas existem por si mesmos. Entenda o que são estrofes e versos, parte da estruturação dos poemas.

Estrofe

Uma estrofe é como chamamos cada uma das seções que constituem um poema. Esse é formado por alguns versos, e as estrofes são separadas em um poema por uma linha em branco.

Verso

Verso é como chamamos cada uma das linhas que compõe um poema, independentemente de estarem agrupadas ou não. 

fonte: https://www.estudopratico.com.br/poema-e-poesia-qual-a-diferenca/


E ai turma, conseguiram entender a diferença de poesia e poema?
Espero que sim! Caso tenha alguma dúvida é só nos mandar a sua pergunta que responderemos!
Até a próxima!
Beijos

Luana Cardoso.



Trabalhos Prontos


EM ATUALIZACAO





Boas Vindas!

Boa Noite leitores!
















Estou inciando a escrita neste blog. Espero trazer conteúdos interessante e espero que seja do agrado de todos. Peço a participação de vocês! Comente, mande sua sugestão do que você deseja ver aqui! Sua opinião é muito importante! Obrigada e sejam bem vindos!

Luana Cardoso.





POEMAS

Luana Cardoso Poesias Emergentes 2019.


POEMAS :luana Cardoso


Refazer-se


Às vezes é preciso submergir

Mergulhar, afundar, extinguir

Para poder ultimar a moléstia,


Silenciar, omitir, sucumbir

O engano, o pranto.


Fenecer um ciclo.


Para então apaziguar e refletir.

Cessar, renunciar e aquietar


Esconder para se refazer.


A vida exige que seja assim...

Dissimulando sentimentos


para tentar se reerguer e prosseguir


E então recupera e se refaz.

Se acabrunha, amotina


luana Cardoso







O maior servidor